Brigitte Bardot com um chapéu de palha desvia o olhar - Foto: Getty Images

As três regras da felicidade (de acordo com Harvard)

Tão necessária quanto esquiva, a felicidade está em todo o lado e em lado nenhum. Quando esticamos as mãos para a agarrar, esfuma-se. É assustadiça e fugidia. Ou somos nós que a procuramos nos sítios errados. A revista de medicina da Harvard garante que ela está mesmo aqui, à mão de semear.

Afelicidade está no sorriso de uma criança. Na alegria contagiante de um cão a correr na praia. Na primeira chávena de café do dia. Numa noite de sono bem dormida. Nos braços da pessoa amada. Num passeio pelo bosque sem relógio nem telemóvel. Está, como diria Pessoa, em ter um dever para cumprir e não o fazer. A felicidade está em todo o lado e em lado nenhum. Fácil de encontrar (mais ou menos, vá) se não se está à procura dela, esquiva como um ratinho do campo no meio de uma seara. Toda a gente quer viver uma vida mais feliz. Mas como é que isso se faz? Com trabalho e saúde, dirão as nossas avós, numa tirada certeira, mas incompleta. O dinheiro também não ajuda muito, embora seja incrivelmente mais fácil ser infeliz com dinheiro do que com os credores a bater à porta. Quer isto dizer que não há nada que uma pessoa possa fazer para ser mais feliz? Errado. A publicação médica Harvard Health Publishing diz que há três estratégias físicas e emocionais que uma pessoa pode adoptar para ser mais feliz. No mínimo, irritam pela simplicidade, mas se Harvard diz, quem somos nós para discordar.

Antes de mais, para encontrar a felicidade, há que sair de casa. Que nos perdoem os introvertidos, que apreciam ler um bom livro na solidão dos seus sofás ou das suas varandas, mas parece que a actividade física ao ar livre é inegociável. Caminhar na floresta, subir montes e descer encostas, nadar no mar, correr à beira-mar, passear de bicicleta pelo bosque. Desde que seja em proximidade com a natureza e faça bombear o sangue com mais vigor, vale tudo. Exercício e ar fresco é uma combinação poderosa para melhorar o humor e pôr os químicos da felicidade a fluir no cérebro, nomeadamente, a serotonina. A Harvard Health Publishing recomenda 30 minutos de exercício cinco dias por semana ou, no mínimo, 20 minutos três dias por semana. Embora ressalve que qualquer coisa é sempre melhor que nada.

Afelicidade está no sorriso de uma criança. Na alegria contagiante de um cão a correr na praia. Na primeira chávena de café do dia. Numa noite de sono bem dormida. Nos braços da pessoa amada. Num passeio pelo bosque sem relógio nem telemóvel. Está, como diria Pessoa, em ter um dever para cumprir e não o fazer. A felicidade está em todo o lado e em lado nenhum. Fácil de encontrar (mais ou menos, vá) se não se está à procura dela, esquiva como um ratinho do campo no meio de uma seara. Toda a gente quer viver uma vida mais feliz. Mas como é que isso se faz? Com trabalho e saúde, dirão as nossas avós, numa tirada certeira, mas incompleta. O dinheiro também não ajuda muito, embora seja incrivelmente mais fácil ser infeliz com dinheiro do que com os credores a bater à porta. Quer isto dizer que não há nada que uma pessoa possa fazer para ser mais feliz? Errado. A publicação médica Harvard Health Publishing diz que há três estratégias físicas e emocionais que uma pessoa pode adoptar para ser mais feliz. No mínimo, irritam pela simplicidade, mas se Harvard diz, quem somos nós para discordar.

Antes de mais, para encontrar a felicidade, há que sair de casa. Que nos perdoem os introvertidos, que apreciam ler um bom livro na solidão dos seus sofás ou das suas varandas, mas parece que a actividade física ao ar livre é inegociável. Caminhar na floresta, subir montes e descer encostas, nadar no mar, correr à beira-mar, passear de bicicleta pelo bosque. Desde que seja em proximidade com a natureza e faça bombear o sangue com mais vigor, vale tudo. Exercício e ar fresco é uma combinação poderosa para melhorar o humor e pôr os químicos da felicidade a fluir no cérebro, nomeadamente, a serotonina. A Harvard Health Publishing recomenda 30 minutos de exercício cinco dias por semana ou, no mínimo, 20 minutos três dias por semana. Embora ressalve que qualquer coisa é sempre melhor que nada.

A seguir na lista vem dar importância aos pequenos prazeres. Esta jornalista não é muito dada a sentimentalismos, mas, de facto, quando a visão panorâmica causa ansiedade e terror, nada melhor do que parar para cheirar as rosas (espécies diferentes têm cheiros diferentes!), comer um brigadeiro com todos os sentidos focados naquela maravilha, esfregar a cara no gato quando ele ainda está sonolento e sem iniciativa para atacar (e agradecer à indústria farmacêutica pelos anti-histamínicos), dar um merecido mergulho no mar e sentir o calor do sol na pele, juntar a família para um fim de semana de gargalhadas revendo Peter Sellers na pele do Inspector Clouseau, ou pôr a música favorita em altos berros e dançar no meio da casa, de cuecas e soutien, perante o olhar atónito dos vizinhos da frente. Felizmente, essa existência miserável a que chamamos “vida adulta” está cheia destas pequenas pérolas. Há muito por onde escolher e nem é preciso cortar a mão com uma daquelas ameaçadoras facas de abrir ostras.

Afelicidade está no sorriso de uma criança. Na alegria contagiante de um cão a correr na praia. Na primeira chávena de café do dia. Numa noite de sono bem dormida. Nos braços da pessoa amada. Num passeio pelo bosque sem relógio nem telemóvel. Está, como diria Pessoa, em ter um dever para cumprir e não o fazer. A felicidade está em todo o lado e em lado nenhum. Fácil de encontrar (mais ou menos, vá) se não se está à procura dela, esquiva como um ratinho do campo no meio de uma seara. Toda a gente quer viver uma vida mais feliz. Mas como é que isso se faz? Com trabalho e saúde, dirão as nossas avós, numa tirada certeira, mas incompleta. O dinheiro também não ajuda muito, embora seja incrivelmente mais fácil ser infeliz com dinheiro do que com os credores a bater à porta. Quer isto dizer que não há nada que uma pessoa possa fazer para ser mais feliz? Errado. A publicação médica Harvard Health Publishing diz que há três estratégias físicas e emocionais que uma pessoa pode adoptar para ser mais feliz. No mínimo, irritam pela simplicidade, mas se Harvard diz, quem somos nós para discordar.

Antes de mais, para encontrar a felicidade, há que sair de casa. Que nos perdoem os introvertidos, que apreciam ler um bom livro na solidão dos seus sofás ou das suas varandas, mas parece que a actividade física ao ar livre é inegociável. Caminhar na floresta, subir montes e descer encostas, nadar no mar, correr à beira-mar, passear de bicicleta pelo bosque. Desde que seja em proximidade com a natureza e faça bombear o sangue com mais vigor, vale tudo. Exercício e ar fresco é uma combinação poderosa para melhorar o humor e pôr os químicos da felicidade a fluir no cérebro, nomeadamente, a serotonina. A Harvard Health Publishing recomenda 30 minutos de exercício cinco dias por semana ou, no mínimo, 20 minutos três dias por semana. Embora ressalve que qualquer coisa é sempre melhor que nada.

A seguir na lista vem dar importância aos pequenos prazeres. Esta jornalista não é muito dada a sentimentalismos, mas, de facto, quando a visão panorâmica causa ansiedade e terror, nada melhor do que parar para cheirar as rosas (espécies diferentes têm cheiros diferentes!), comer um brigadeiro com todos os sentidos focados naquela maravilha, esfregar a cara no gato quando ele ainda está sonolento e sem iniciativa para atacar (e agradecer à indústria farmacêutica pelos anti-histamínicos), dar um merecido mergulho no mar e sentir o calor do sol na pele, juntar a família para um fim de semana de gargalhadas revendo Peter Sellers na pele do Inspector Clouseau, ou pôr a música favorita em altos berros e dançar no meio da casa, de cuecas e soutien, perante o olhar atónito dos vizinhos da frente. Felizmente, essa existência miserável a que chamamos “vida adulta” está cheia destas pequenas pérolas. Há muito por onde escolher e nem é preciso cortar a mão com uma daquelas ameaçadoras facas de abrir ostras.

Por último e, provavelmente o mais importante: aligeirar a tirania das escolhas. Quantas escolhas é que uma pessoa tem de fazer por dia desde o momento em que abre os olhos? Quantas delas são essenciais e quantas poderiam ser dispensadas? E quanto tempo passa até uma pessoa ficar completamente desgastada com tudo o que tem de escolher? Opções infinitas, ao contrário do que diz o capitalismo, não é o Céu. É uma tortura infernal que pertence a um daqueles quadros de Bosch em que toda a gente tem chifres, cascos e objectos contundentes na mão e lá muito ao fundo é possível ver intermináveis corredores do IKEA, umas centenas de escaparates da Zara e milhares de menus de abertura do Netflix. Tudo isto para dizer que quanto mais escolhas tivermos de fazer, maior preocupação sentimos (afinal, escolhemos com o objectivo de acertar, logo com medo de errar). A Harvard Health Publishing vai ainda mais longe e diz que os estudos mostram que as pessoas com mais opções têm maior probabilidade de se arrepender. Mais arrependimentos? Quem é que precisa disso?
Solução? Esta revista médica online sugere que sempre que a escolha não traga consequências de maior, como escolher um filme para ver no serão de sábado, devemos limitar o tempo que dedicamos à decisão (cinco minutos para escolher um filme!) ou reduzir o número de opções (só podemos escolher um filme do canal Hollywood!). E não nos podemos permitir questionar a decisão depois de tomada. A fadiga da decisão é real, causa desgaste cognitivo e piora a qualidade das escolhas que fazemos. Que é como quem diz, vamos escolhendo (pouco) alegremente rumo à infelicidade.

Fonte: https://www.maxima.pt/
Por:Madalena Haderer

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Sobre Jacy Ramos - Psicoterapeuta

Pedagoga, Teóloga, Pós Graduada em Psicopedagogia Clínica e Institucional, Formação em Alta Performance, Especialista em Leitura Corporal e Comportamental. Me encontrei na Psicologia, onde pude compreender alguns aspectos que só através do autoconhecimento pude entender. E assim, olhar o outro como ser, Ser Humano, que pode ressignificar o passado e assim viver livre. Agende uma Consulta +559699136-9804 [email protected]

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